quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

1ª Feira Rural Republicana
















Caros mondinenses,
Sei que um ponto alto das comemorações do Centenário da República vai ser a realização de uma Feira Rural Republicana no espaço da vossa Escola EB2,3/S no próximo dia 29 de Maio.
Quero pedir-vos para não vos esquecerdes que estas comemorações devem ser encaradas como relevantes para aprofundar os grandes ideais republicanos, os que presumem possibilidades de se ir mais além nos conceitos de justiça, igualdade e solidariedade. Essa data deve ser uma ocasião de festa mas também um momento de reflexão. Acima de tudo, deve representar um traço de união de todos os mondinenses.
Devemos unir-nos em torno dos grandes ideais republicanos. Ideais que exigem, da parte dos agentes políticos, um esforço acrescido para a concretização da ética republicana e para a transparência na vida pública. Ideais que exigem, da parte dos cidadãos, uma atitude cívica mais empenhada e mais activa na defesa de uma República onde todos se revejam.
A República desconhece privilégios de nascimento, porque premeia o mérito e a vontade de alcançar uma vida melhor. É um regime de inclusão, que tem de conceder oportunidades iguais para a realização pessoal, familiar e profissional das pessoas.
Comemoramos uma República de cidadãos livres e iguais, que merecem o respeito dos governantes.
Uma República de pessoas, com aspirações e problemas concretos. Pessoas cujas preocupações e anseios têm de ser escutados, sobretudo nos momentos mais difíceis.
Ao fim de cem anos de República, é tempo de sabermos o que queremos para o nosso futuro, o caminho que queremos trilhar.
Saúdo os Portugueses em geral e os mondinenses em particular e apelo a que todos sintam que a República não é uma palavra vã. Portugal é a nossa terra, aqui vivemos e aqui temos as nossas raízes.
Em nome de Portugal, façam o que está ao vosso alcance para que os nossos filhos vivam numa República melhor, num País mais próspero, mais justo e solidário.
E divirtam-se nessa feira que vai correr bem.
P.S: não se esqueçam de me informarem de como correram as coisas.
Recebam um grande abraço desta sempre vossa
República Portuguesa.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

MONUMENTO/TÚMULO AO SOLDADO DESCONHECIDO





Túmulo do soldado desconhecido é o nome que recebem os monumentos erigidos pelas nações para honrar os soldados que morreram em tempo de guerra sem que os seus corpos tenham sido identificados. Por vezes é um túmulo simbólico, ou cenotáfio, evocando todos os habitantes de um país que morreram em determinado conflito sem identidade conhecida, embora alguns contenham os restos mortais de soldados falecidos durante esses acontecimentos.


Descobrimos que o soldado António Diniz—1.° Bat.—2ª Cª — Inf. 20—Ermelo—Mondim de Basto foi feito prisioneiro no dias 9 de Abril de 1918, em Neuve Chapelle, Lacouture, Pont du Heme, Vieille Chapelle, Le Touret e Lavantie, tendo sido transferido para Breesen, do Campo de «Friedrichesfeld», juntamente com outros prisioneiros.


Valerá a pena investigar esta parte da história de Mondim de Basto nas comemorações do Centenário.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Portugal na 1ª Guerra Mundial


Cais de Santa Apolónia: embarque do Corpo Expedicionário Português para a Flandres, após a entrada de Portugal na I Grande em 1917.
Portugal entra na I Grande Guerra em nome dos compromissos internacionais na Europa e em defesa das posições estratégicas em África.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Inicío das Comemorações do Centenário


Presidente e primeiro-ministro enaltecem legado do republicanismo, na abertura oficial das comemoração, no Porto
Na cidade que "morre pela liberdade todos os séculos", o Presidente da República abriu, ontem, as comemorações do Centenário da República. Debaixo de chuva, com algumas centenas de populares a assistir, Cavaco Silva exerceu "a arte da memória" para recuperar os ideais dos primeiros republicanos e, a partir deles, fazer apelo a "um novo espírito de cidadania".
A cidade que "morre pela liberdade todos os séculos" é uma citação de Miguel Torga. O chefe do Estado trouxe-a para abertura do seu discurso, ao fim da manhã, na Av. dos Aliados. Só assim, com essa longa história de luta, o Porto "é capaz dos mais espontâneos entusiasmos cívicos", lembrava Torga.
Foi o que aconteceu em 31 de Janeiro de 1891. Do Porto há notícia da primeira revolta militar com o objectivo preciso de derrubar a monarquia. O movimento fracassa. Abre, contudo, caminho à implantação da República, que havia de concretizar-se 19 anos depois. Eis a razão para ser no Porto e nesta data histórica abertura do Centenário da República.
Como o momento se ajustava ao exercício da "arte da memória", Cavaco Silva lembrou a curta e "conturbada" duração da Primeira República. Mesmo assim, "os tribunos republicanos souberam difundir o sonho". Estas comemorações, que só terminam em 2011, segundo o Presidente, apresentam-se com uma oportunidade "ideal" para a sociedade portuguesa renovar os antigos valores republicanos - como "amor à pátria e a ética na vida política".A partir daí, o Portugal moderno dava os primeiros passos. A República "trouxe o Estado laico, modernizou a lei da família", entre outras medidas, apontou o primeiro-ministro. Como o havia feito, pouco antes, o Presidente da República, Sócrates também salientou que a Revolta de 31 de Janeiro "não aconteceu no Porto", a cidade que "continua um dos grandes símbolos da liberdade, que deve orgulhar todos os portugueses".

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Jornais da República em Mondim


Jornal de Mondim, O.
Mensário independente das Terras de Basto. Fundado em 2004. Direcção, edição e propriedade de João Alarcão Carvalho Branco. Periodicidade mensal. Com redacção na Casa do Olival, em Mondim de Basto. Impresso na empresa do Diário do Minho. Colaboradores Drª Ágata Costa, António Martins, João Alarcão, João Sobral Branco, Dr. José Faria, José Teixeira dos Santos, Luís Jales de Oliveira e outros. Tem 16 páginas a 3 ou 4 colunas, sem temas fixos.

Jornais escolares mondinenses na República




FISGOLAS (O), trimestral. Jornal eminentemente cultural. Propriedade da Escola E.B.2,3/S de Mondim de Basto. Fundador e director professor Licínio Borges. Saiu um número por período lectivo, desde 1990 até 2006. Formato A3, a três colunas, procurou dar a conhecer as actividades que se foram realizando na escola. concorreu a vários concursos do "Público nas Escolas". Foram muitos os colaboradores, quer professores quer alunos, por isso seria fastidioso enumerá-los a todos. Em 2007 foi substituído pelo "Mais Informação" .

Jornais mondinenses na República


NOTÍCIAS de MONDIM, semanário, independente, órgão de interesses locais, fundado em Mondim de Basto em Maio de 1998. Administração e propriedade de Filomena Félix Pereira. Chefe de redacção Óscar Queirós. Fazem ainda parte da redacção J. A. Silva, José Augusto e Rita Lemos. Formato normal, de 16 páginas a 4 colunas. Secções: "Política", "Agricultura", "Regional", "Cultura e Desporto" ""Opinião", "Diz-se que", "Correspondências".