quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

1ª FEIRA RURAL REPUBLICANA


Reuniu no passado dia 22 de Fevereiro a Comissão das Comemorações do Centenário juntamente com os presidentes de Juntas de Freguesias do Concelho de Mondim para uma primeira abordagem à forma como irá ser preparada a 1ª Feira Republicana a realizar no dia 29 de Maio de 2010 no recinto da Escola E,B, 2,3/S de Mondim. Os cinco presidentes de Junta presentes, Mondim, Atei, Bilhó, Vilar de Ferreiros e Paradança mostraram-se entusiasmados com o evento e vão prestar toda a colaboração possível. Pena que não tivessem comparecido Ermelo, Campanhó e Pardelhas, os quais serão posteriormente informados das decisões já tomadas. A próxima reunião ficou agendada para dia 22 de Março.




segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Concursos no âmbito das Comemorações do Centenário da República




No âmbito das Comemorações do Centenário da República, os alunos dos ensinos básico e secundário podem participar em diversos concursos que se destinam a premiar trabalhos concebidos e elaborados nas escolas sob a orientação dos professores.
Abertos aos diversos níveis de escolaridade (1.º ciclo, 2.º ciclo e 3.º ciclo do ensino básico e ensino secundário), os concursos destinam-se a alunos a título individual, grupos de alunos ou turmas.
Os concursos são organizados pela Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República, pelo Plano Nacional de Leitura e pela Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular do Ministério da Educação.
As candidaturas podem ser submetidas através da página electrónica da República nas Escolas, através do formulário disponibilizado a todos os utilizadores registados.
O objectivo do concurso "A República: o meu discurso em 2010" consiste na elaboração de um texto escrito, sob a forma de discurso, que resulte da reflexão dos jovens sobre o modo como olham, sentem e vivem os ideais e os valores republicanos na actualidade e como gostariam que os mesmos se projectassem e renovassem na sociedade portuguesa do futuro. O texto do discurso premiado será lido, pelo seu autor, na cerimónia oficial das Comemorações do Centenário da República, em 5 de Outubro de 2010.
O concurso "Desde quando verde combina com vermelho? A minha T-shirt da República" visa a criação de uma ilustração original para ser aplicada numa T-shirt que irá celebrar o Centenário da República.
O concurso "A República em..." tem em vista a realização de trabalhos desenvolvidos no âmbito da localidade e da comunidade em que a escola está inserida. Pretende valorizar projectos que incluam informação relevante sobre a I República e o Republicanismo, relacionada com o espaço a que a escola pertence, e contextualizada a nível nacional.
O concurso "O meu blogue da República" destina-se a promover a realização de trabalhos que suscitem o interesse pela História e que permitam um aprofundamento do conhecimento histórico sobre o Portugal na transição do sistema monárquico para o sistema republicano. Visa premiar projectos de blogues que se focalizem sobre a temática do 5 de Outubro de 1910, a I República e o Republicanismo.
O prazo para o primeiro concurso termina em 14 de Maio, enquanto a data-limite dos restantes vai até 26 de Março de 2010.
Para mais informações, consultar:
A página da República nas Escolas .

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

A comemorar também se aprende


Perante um magnífico dia de sol, o Jardim de Infância e algumas escolas do 1º Ciclo desfilaram pelas ruas de Mondim comemorando mais uma vez o Carnaval. Os objectivos a atingir eram:

- Progredir nas competências de percepção sensorial
- Viver a interculturalidade de forma lúdica
- Conhecer símbolos associados
- Estimular a imaginação, a fantasia e o sentido de humor
- Integrar-se na comunidade.

Naturalmente que foi uma óptima oportunidade para se associarem às comemorações do Centenário da República.
Parabéns a todos os participantes.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

1ª Feira Rural Republicana
















Caros mondinenses,
Sei que um ponto alto das comemorações do Centenário da República vai ser a realização de uma Feira Rural Republicana no espaço da vossa Escola EB2,3/S no próximo dia 29 de Maio.
Quero pedir-vos para não vos esquecerdes que estas comemorações devem ser encaradas como relevantes para aprofundar os grandes ideais republicanos, os que presumem possibilidades de se ir mais além nos conceitos de justiça, igualdade e solidariedade. Essa data deve ser uma ocasião de festa mas também um momento de reflexão. Acima de tudo, deve representar um traço de união de todos os mondinenses.
Devemos unir-nos em torno dos grandes ideais republicanos. Ideais que exigem, da parte dos agentes políticos, um esforço acrescido para a concretização da ética republicana e para a transparência na vida pública. Ideais que exigem, da parte dos cidadãos, uma atitude cívica mais empenhada e mais activa na defesa de uma República onde todos se revejam.
A República desconhece privilégios de nascimento, porque premeia o mérito e a vontade de alcançar uma vida melhor. É um regime de inclusão, que tem de conceder oportunidades iguais para a realização pessoal, familiar e profissional das pessoas.
Comemoramos uma República de cidadãos livres e iguais, que merecem o respeito dos governantes.
Uma República de pessoas, com aspirações e problemas concretos. Pessoas cujas preocupações e anseios têm de ser escutados, sobretudo nos momentos mais difíceis.
Ao fim de cem anos de República, é tempo de sabermos o que queremos para o nosso futuro, o caminho que queremos trilhar.
Saúdo os Portugueses em geral e os mondinenses em particular e apelo a que todos sintam que a República não é uma palavra vã. Portugal é a nossa terra, aqui vivemos e aqui temos as nossas raízes.
Em nome de Portugal, façam o que está ao vosso alcance para que os nossos filhos vivam numa República melhor, num País mais próspero, mais justo e solidário.
E divirtam-se nessa feira que vai correr bem.
P.S: não se esqueçam de me informarem de como correram as coisas.
Recebam um grande abraço desta sempre vossa
República Portuguesa.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

MONUMENTO/TÚMULO AO SOLDADO DESCONHECIDO





Túmulo do soldado desconhecido é o nome que recebem os monumentos erigidos pelas nações para honrar os soldados que morreram em tempo de guerra sem que os seus corpos tenham sido identificados. Por vezes é um túmulo simbólico, ou cenotáfio, evocando todos os habitantes de um país que morreram em determinado conflito sem identidade conhecida, embora alguns contenham os restos mortais de soldados falecidos durante esses acontecimentos.


Descobrimos que o soldado António Diniz—1.° Bat.—2ª Cª — Inf. 20—Ermelo—Mondim de Basto foi feito prisioneiro no dias 9 de Abril de 1918, em Neuve Chapelle, Lacouture, Pont du Heme, Vieille Chapelle, Le Touret e Lavantie, tendo sido transferido para Breesen, do Campo de «Friedrichesfeld», juntamente com outros prisioneiros.


Valerá a pena investigar esta parte da história de Mondim de Basto nas comemorações do Centenário.

sábado, 6 de fevereiro de 2010

Portugal na 1ª Guerra Mundial


Cais de Santa Apolónia: embarque do Corpo Expedicionário Português para a Flandres, após a entrada de Portugal na I Grande em 1917.
Portugal entra na I Grande Guerra em nome dos compromissos internacionais na Europa e em defesa das posições estratégicas em África.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Inicío das Comemorações do Centenário


Presidente e primeiro-ministro enaltecem legado do republicanismo, na abertura oficial das comemoração, no Porto
Na cidade que "morre pela liberdade todos os séculos", o Presidente da República abriu, ontem, as comemorações do Centenário da República. Debaixo de chuva, com algumas centenas de populares a assistir, Cavaco Silva exerceu "a arte da memória" para recuperar os ideais dos primeiros republicanos e, a partir deles, fazer apelo a "um novo espírito de cidadania".
A cidade que "morre pela liberdade todos os séculos" é uma citação de Miguel Torga. O chefe do Estado trouxe-a para abertura do seu discurso, ao fim da manhã, na Av. dos Aliados. Só assim, com essa longa história de luta, o Porto "é capaz dos mais espontâneos entusiasmos cívicos", lembrava Torga.
Foi o que aconteceu em 31 de Janeiro de 1891. Do Porto há notícia da primeira revolta militar com o objectivo preciso de derrubar a monarquia. O movimento fracassa. Abre, contudo, caminho à implantação da República, que havia de concretizar-se 19 anos depois. Eis a razão para ser no Porto e nesta data histórica abertura do Centenário da República.
Como o momento se ajustava ao exercício da "arte da memória", Cavaco Silva lembrou a curta e "conturbada" duração da Primeira República. Mesmo assim, "os tribunos republicanos souberam difundir o sonho". Estas comemorações, que só terminam em 2011, segundo o Presidente, apresentam-se com uma oportunidade "ideal" para a sociedade portuguesa renovar os antigos valores republicanos - como "amor à pátria e a ética na vida política".A partir daí, o Portugal moderno dava os primeiros passos. A República "trouxe o Estado laico, modernizou a lei da família", entre outras medidas, apontou o primeiro-ministro. Como o havia feito, pouco antes, o Presidente da República, Sócrates também salientou que a Revolta de 31 de Janeiro "não aconteceu no Porto", a cidade que "continua um dos grandes símbolos da liberdade, que deve orgulhar todos os portugueses".