Hoje na BECRE respira-se um ar universitário. Para que possas decidir o teu futuro bem informado e com segurança.
terça-feira, 29 de abril de 2014
segunda-feira, 28 de abril de 2014
XVII ENCONTROS DE BASTO E BARROSO
Pode ficar a saber tudo o que se vai passar consultando o programa aqui na biblioteca do Agrupamento.
quinta-feira, 10 de abril de 2014
Intimidades - Estados d'Alma
Nelson Teixeira da Silva, um Poeta de eleição.
Nasci aqui, nestas fragas milenares, no Outeiro de Mondim, paredes meias com o quelho do lubisomen que, das Lajes, pela Costeira ligava ao casarão. Corria 1954. Era Março e debutava a Primavera. Na boca de minha mãe, abri os olhos de espanto quando, às 09.30h de 23, sorvi pela primeira vez ar e luz “ao natural”. Todas as primeiras vezes me foram de espantar. Foi parteira – e madrinha me seria – a Rosinha do Requinta. Os quatro anos de instrução primária fi-los na escola da Igreja. Aos doze comecei e conclui, no Externato de Nossa Senhora da Graça, o curso geral dos liceus. Daí me vem o bichinho das letras, da poesia em particular, pela mão do, então, Diretor Doutor Nelson Vilela, professor, poeta, escritor, formador de professores já, ao tempo, autor de vasta e consagrada obra. Com muito futebol pelo meio, no CRP Mondinense e Mondinense F. C. chega o 25 de Abril de 1974. Eram horinhas de trabalhar. Nos extintos Serviços Federados Municipais, depois absorvidos em 1982 pela EDP, me incorporei não sem antes ter passado à reserva territorial por excesso de tropas com o fim da guerra colonial. Concluído, entretanto, o curso complementar dos liceus, o bichinho, em letargia, dava mostras de emergir. E fui passando ao papel algumas coisitas que redundaram num livrito que dei à luz em 2010. De longa gestação e parto difícil, que sem o empurrão e empenho de família e amigos estaria, certamente, condenado ao eterno esquecimento. Caminho que vou fazendo, a observar desbravando, sinuoso caminho que, não sendo de ferro é, contudo, caminho de via estreita porque não terei nunca, argumentação quanto baste para seguir ao lado de quem viaja em via larga. Por aí, por essa via Navega a alma da gente Dando voz à poesia Nas horas de cada dia Ditando o que a alma sente. Vou em 58 anos. Fazer um filho, plantar uma árvore, escrever um livro. Assim se realiza um ser humano. Tenho dois filhos, uma mulher, plantei muitas árvores … falta-me o segundo livrinho. Com algum esforço, talvez para o ano. É ou não verdade que é caminhando que se vai cumprindo o caminho?
Nelson T. Silva
in jornal "netbila".
Nasci aqui, nestas fragas milenares, no Outeiro de Mondim, paredes meias com o quelho do lubisomen que, das Lajes, pela Costeira ligava ao casarão. Corria 1954. Era Março e debutava a Primavera. Na boca de minha mãe, abri os olhos de espanto quando, às 09.30h de 23, sorvi pela primeira vez ar e luz “ao natural”. Todas as primeiras vezes me foram de espantar. Foi parteira – e madrinha me seria – a Rosinha do Requinta. Os quatro anos de instrução primária fi-los na escola da Igreja. Aos doze comecei e conclui, no Externato de Nossa Senhora da Graça, o curso geral dos liceus. Daí me vem o bichinho das letras, da poesia em particular, pela mão do, então, Diretor Doutor Nelson Vilela, professor, poeta, escritor, formador de professores já, ao tempo, autor de vasta e consagrada obra. Com muito futebol pelo meio, no CRP Mondinense e Mondinense F. C. chega o 25 de Abril de 1974. Eram horinhas de trabalhar. Nos extintos Serviços Federados Municipais, depois absorvidos em 1982 pela EDP, me incorporei não sem antes ter passado à reserva territorial por excesso de tropas com o fim da guerra colonial. Concluído, entretanto, o curso complementar dos liceus, o bichinho, em letargia, dava mostras de emergir. E fui passando ao papel algumas coisitas que redundaram num livrito que dei à luz em 2010. De longa gestação e parto difícil, que sem o empurrão e empenho de família e amigos estaria, certamente, condenado ao eterno esquecimento. Caminho que vou fazendo, a observar desbravando, sinuoso caminho que, não sendo de ferro é, contudo, caminho de via estreita porque não terei nunca, argumentação quanto baste para seguir ao lado de quem viaja em via larga. Por aí, por essa via Navega a alma da gente Dando voz à poesia Nas horas de cada dia Ditando o que a alma sente. Vou em 58 anos. Fazer um filho, plantar uma árvore, escrever um livro. Assim se realiza um ser humano. Tenho dois filhos, uma mulher, plantei muitas árvores … falta-me o segundo livrinho. Com algum esforço, talvez para o ano. É ou não verdade que é caminhando que se vai cumprindo o caminho?
Nelson T. Silva
in jornal "netbila".
sábado, 29 de março de 2014
sábado, 22 de fevereiro de 2014
Novo Mapa "Portugal é Mar"
Novo mapa: "Portugal é Mar"
Trata-se de uma carta que representa a realidade territorial do país nomeadamente a sua dimensão marítima e inclui a proposta de Extensão da Plataforma Continental - a dimensão da zona económica exclusiva portuguesa, que corresponde mais ou menos a 15 vezes o território do continente e que permitirá aos jovens compreenderem que Portugal "é enorme" e que o "Portugal mar" tem "enormes potencialidades".
quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014
Dia Mundial da Floresta
Dia 21 de Março comemora-se o Dia Mundial da Floresta, para assinalar esta data o Centro de Informação e Interpretação do PNAlvão, Mondim de Basto, pretende promover mais uma vez a atividade “ Trocar Saberes”.
Esta acção visa a troca de experiências e saberes sobre o tema escolhido para este ano, FLORESTA PORTUGUESA/ FLORESTA DO ALVÃO, fonte de riqueza e biodiversidade.
Como é do conhecimento de todos a floresta desempenha um papel preponderante não só em termos ambientais, como económicos.
Senão vejamos, a floresta é geradora de múltiplos recursos, bens e serviços (biodiversidade, habitats, fixação de carbono, matérias primas, espaços de recreio e lazer,…) essenciais ao nosso bem-estar e equilíbrio.
Não obstante toda esta importância, e de toda esta imensa riqueza, a floresta tem de fazer face a numerosas ameaças, como os incêndios florestais, pragas e doenças, que colocam em causa o seu papel e a sua dinâmica no equilíbrio ecológico.
Cientes desta realidade, achamos por bem sensibilizar a comunidade escolar para estes e outros problemas, alertar para a sua prevenção e apelar para a valorização, defesa e preservação desta enorme preciosidade que é a nossa floresta.
Pretendemos com esta acção que cada turma/escola prepare e apresente um trabalho relativo ao tema supracitado que não ultrapasse os 10/15 minutos por turma/grupo.
Este trabalho pode ser apresentado das mais variadas formas (dança, canção, teatro, fantoches, poesia, prosa, PowerPoint,…)
Apelamos mais uma vez á participação activa da comunidade escolar nesta iniciativa de sensibilização e consciencialização para a conservação da floresta.
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