sexta-feira, 18 de março de 2016

V Corrida Solidária

A equipa do PESES em parceria com o grupo de Educação Física e com os Médicos do Mundo vai dinamizar a V Corrida Solidária. A Corrida Solidária é um projeto que desafia a comunidade a organizar corridas, com um duplo objetivo: refletir sobre o tema da edição, “Educação para a Cidadania Global”, e angariar fundos para apoiar as populações mais vulneráveis de Norte a Sul do nosso país, através de projetos da MdM, de apoio à população excluída, de intervenção junto de crianças e jovens e de apoio à população idosa. Esta atividade irá realizar-se no 13 de abril, associada à subida à Sra. da Graça, e a participação traduz-se na doação de um passo. Os donativos angariados serão posteriormente entregues à MdM. Esse valor permite garantir a continuidade do trabalho que a MdM tem vindo a desenvolver e que melhora a vida a mais de 5 mil pessoas por ano. Agradecemos a todos a participação/colaboração. A equipa do PESES

quarta-feira, 9 de março de 2016

Dia dos Namorados

Exposição no âmbito da comemoração do “ Dia dos Namorados” A equipa do PESES, em parceria com os professores do Pré-escolar, 1º ciclo e professores de Educação Visual e Educação Tecnológica do 2º e 3ºciclos, promoveu uma exposição no âmbito da comemoração do “ Dia dos Namorados”. Para a concretização da mesma, todos os alunos envolvidos foram desafiados a trabalhar o “coração” de diferentes formas. Todos os trabalhos realizados foram expostos, na Escola Sede do Agrupamento de Mondim de Basto, do dia 17 a 29 de fevereiro. Posteriormente, esta exposição irá para a Biblioteca Municipal de Mondim de Basto. O resultado final foi acima das expectativas, tendo em conta a quantidade, qualidade e variedade de trabalhos apresentados. Todos os alunos e professores envolvidos estão de Parabéns! A equipa do PESES agradece a todos os que, de alguma forma, contribuíram para a concretização da mesma. A equipa do PESES, Teresa Santos/Odete Miguel/César Seixas

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

Porto Editora: oferta

Sinopse: Em meia dúzia de anos, Johann August Suter, o homem que atravessara a pé a fronteira entre a Suíça e a França, crivado de dívidas e fugido aos credores, cruzou o continente americano e ancorou na Califórnia, em vastos territórios inexpugnáveis, que, com sentido de organização e disciplina, começou a colonizar. Enriqueceu num instante. Depois, um dia, um operário descobriu o ouro; e tão depressa quanto enriquecera, Suter vê os seus domínios invadidos, ocupados, destruídos. "É o ouro, é o ouro!", grita Cendrars. O seu romance, linear, febril, vertiginoso, conta a história, esta história, com pormenores que, aqui e ali, acrescentam um sopro de tragédia àquilo que é um drama de três vinténs - ou de duzentos milhões, o que, para o caso, é absolutamente irrelevante. Mais um livro de Blaise Cendrars na Assírio & Alvim, desta vez um romance que narra a extraordinária aventura de Suter, o primeiro multimilionário americano que caiu em desgraça com a corrida ao ouro. Figura ímpar da literatura do século XX, Blaise Cendrars constituiu inspiração para muitos e leitura fulgurante para muitos mais. Esta é uma das 12 obras oferecidas pela Porto Editora à biblioteca do Agrupamento através do consultor pedagógico Vasco Leite. Pode ser requisitada no lugar habitual. As outras 11 são: 1. - Poema à duração, de Peter Handke; 2. -Extinção, de Thomas Bernhard; 3. - O livro branco, de Jean Cocteau; 4. - Derrubar árvores, de Thomas Bernhard; 5. - Opiniões fortes, de Vladimir Nabokov; 6. - Convite para uma decapitação, de Vladimir Nabokov; 7. - Poesia em viagem, de Blaise Cendrars; 8. - Visão invisível de Jean Cocteau; 9. - Antigos Mestres de Thomas Bernhard; 10. - Nikolai Gogol de Vladimir Nabokov;. E ainda o nº 1 da revista "A Phala". Boas leituras.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Concurso: Era uma vez o 1º de maio

O concurso é dirigido a alunos desde o Ensino Pré-Escolar até ao Ensino Secundário. O prazo de entrega dos trabalhos para a edição de 2016 termina no dia 15 de abril. Mais informações e regulamento do concurso podem ser consultados na BECRE do Agrupamento.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2016

Em memória das vítimas do Holocausto

Mensagem da Diretora-geral da UNESCO, Irina Bokova, por ocasião do Dia Internacional de comemoração em memória das vítimas do Holocausto «Propaganda antissemita e holocausto: das palavras ao genocídio» 27 de janeiro de 2016 O genocídio dos Judeus da Europa, perpetrado pelo regime nazi e pelos seus colaboradores, remete-nos para a mais radical das perversões: a negação da humanidade no ser humano. Devido à sua suposta inferioridade racial, às suas ideias e outros motivos, vários milhões de pessoas foram perseguidos e mortos pelo regime nazi. Comemorar as vítimas é um dever comum da humanidade. É um apelo a «recordarmos juntos» e a partilharmos esta memória universal sem distinção de origens ou de religiões. Comemorar é também querer compreender os processos históricos e sociais que tornaram possível esta irrupção de violência, para impedir que se repitam na atualidade. Os nazis apoiaram-se nas mais avançadas tecnologias de comunicação do seu tempo para inculcar a sua ideologia racista e antissemita nos espíritos. A conquista do poder e o controlo de todos os meios de informação e de propaganda permitiu a legitimação do seu projeto radical de domínio fundado na hierarquia das «raças» e na negação da unidade do ser humano. A história do holocausto lembra-nos que há palavras que matam e que em cada matança em massa, existem sinais que fazem pressagiar a tragédia, discursos que carregam ainda mais ódio quando ficam sem resposta. Passados 70 anos, na era da Internet e dos media sociais, este poder da propaganda é mais devastador que nunca. Podemos observá-lo hoje em dia no Médio Oriente e noutros lugares do mundo, onde grupos extremistas utilizam massivamente a Internet e as ferramentas de comunicação, para difundir a sua ideologia criminosa, levar a cabo campanhas de terror contra as populações civis e minorias religiosas ou culturais. Estes grupos perpetram os seus crimes e as suas destruições para propagar o ódio à escala mundial. Contra as palavras que ferem e que matam, podemos também responder pela inteligência e pela voz da razão. Ousemos fazer frente ao racismo e ao antissemitismo. Não deixemos nunca a propaganda e a falsificação da história sem resposta. Não deixemos passar nenhuma das falsidades que alimentam o negacionismo. O ensino da história do holocausto deve servir de antídoto. Permite-nos antecipar os sinais anunciadores da violência radical. Pode ajudar-nos a reconhecer e a denunciar o antissemitismo sob todas as suas formas, inclusive quando se manifesta de forma insidiosa, nas teorias conspirativas ou na crítica sistemática e de ódio contra Israel. Este espírito da recordação, da prevenção e da vigilância guia a UNESCO no seu programa de ensino da história do holocausto e dos genocídios, único no seio das Nações Unidas, através da formação dos responsáveis educativos, da renovação dos métodos pedagógicos, dos programas educativos e dos manuais escolares. Neste dia, apelo a todos os Estados-membros para que participem neste esforço dando a conhecer melhor e de forma mais generalizada este capítulo da história nas escolas e nos meios de comunicação. Trata-se de um exercício complexo, pois o estudo do processo de genocídio confronta-nos com o pior da humanidade. Mas também nos permite descobrir a coragem e a clarividência daqueles que souberam ver chegar a tempestade e resistiram à barbárie. Em homenagem aqueles homens e mulheres, e em memória das vítimas, sejamos atores de uma memória ativa, virada para o futuro e comprometida com a igualdade de dignidade de todos os seres humanos, como fundamento da paz. Irina Bokova

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Vítimas do Holocausto

Dia Internacional da Lembrança do Holocausto É o dia internacional da lembrança das vítimas do Holocausto, o genocídio cometido pelos nazis e seus adeptos que ceifou a vida de milhões de judeus, dois milhões de ciganos, quinze mil homossexuais e milhões de outros durante a II Guerra Mundial. Foi designado o dia 27 de janeiro, pela resolução 60/7 da Assembleia Geral das Nações Unidas em 1 de dezembro de 2005, durante a 42ª sessão plenária desta organização. A resolução veio após a sessão especial realizada em 24 de janeiro de 2005, durante a qual a Assembleia Geral marcou o 60º aniversário da libertação dos campos de concentração e do fim do Holocausto. 27 de janeiro é a data, em 1945, que marca a libertação do maior campo de extermínio nazista, Auschwitz-Birkenau, pelas tropas soviéticas.
Parafraseando Imre Kertész no seu discurso de atribuição do prémio Nobel em 2002: “O problema de Auschwitz não é o de saber se devemos manter a sua memória ou metê-la numa gaveta da História. O verdadeiro problema de Auschwitz é a sua própria existência e, mesmo com a melhor vontade do mundo, ou com a pior, nada podemos fazer para mudar isso”.